Crimes em série geram preocupação entre empresários da região
Uma estamparia localizada na região da Pampulha, em Belo Horizonte, enfrentou o segundo arrombamento só neste ano. O mais recente incidente ocorreu na última segunda-feira, quando um ladrão levou dois notebooks, um tablet e uma quantia em dinheiro, causando danos significativos ao estabelecimento. O empresário estima que o prejuízo total chegue a cerca de 20 mil reais.
No primeiro furto, registrado em fevereiro, os criminosos se concentraram na retirada de cabos elétricos, o que levantou sinalizações de um padrão preocupante de criminalidade na área. O proprietário da estamparia, que preferiu não ser identificado, atribui o aumento dos delitos à retirada de uma base da polícia militar na região, e faz um apelo por mais segurança e patrulhamento no local.
“Estamos preocupados, pois parece que a situação só está piorando. Precisamos de uma presença policial mais efetiva para inibir esses atos”, relatou o empresário. Essa situação não é isolada, visto que outros comerciantes da Pampulha também expressam a mesma insatisfação com a segurança pública na região, que possui um grande fluxo de pessoas, especialmente com a proximidade de pontos turísticos.
A falta de segurança efetiva tem sido um tema recorrente entre os moradores e empresários da área. As reclamações sobre a vulnerabilidade de estabelecimentos comerciais têm aumentado nas redes sociais, com diversos relatos de assaltos e furtos.
Os comerciantes pedem soluções urgentes das autoridades, com a reinstalação da base policial que foi desativada, além de um incremento nas rondas pela vizinhança. Num cenário em que a segurança é um fator crucial para o funcionamento dos negócios, a pressão sobre os órgãos competentes só tende a aumentar.
“Não podemos trabalhar com medo. É preciso que a polícia retorne à região e que ações efetivas sejam tomadas. O que mais queremos é segurança para nossos clientes e nossos funcionários”, concluiu o proprietário, esperançoso por mudanças.
