Policial Militar do Rio é detida por furto em aeroporto mineiro
Uma policial militar do Rio de Janeiro foi presa em flagrante por furto no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), na sexta-feira (5). A soldado, de 39 anos, foi detida pela Polícia Federal após ser flagrada furtando um fone de ouvido em uma loja do saguão do terminal. Ela seguia para o embarque quando foi abordada. Em depoimento, a PM afirmou que o objeto poderia ter caído acidentalmente em sua bolsa. A reportagem tentou contato com a defesa da policial, sem retorno até o momento.
Procedimentos após a prisão e desdobramentos judiciais
Após a prisão, a policial foi levada à delegacia de plantão da Polícia Civil em Vespasiano (MG), onde foi ouvida pelo delegado responsável. Ela foi autuada por furto e posteriormente encaminhada ao 41º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais para permanecer sob custódia. A PM é lotada em uma unidade da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), na Zona Portuária do Rio.
No mesmo dia, a Justiça realizou audiência de custódia e decidiu conceder liberdade provisória à policial, sem a exigência de fiança. No entanto, foram impostas medidas cautelares, incluindo a proibição de deixar a Comarca de Duque de Caxias (RJ), local onde reside, sem autorização judicial prévia. Também deve comparecer a todos os atos do processo, está proibida de se aproximar ou frequentar a loja do aeroporto onde o furto ocorreu, salvo autorização judicial, e precisa manter seu endereço atualizado junto à Justiça.
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Posicionamento da Polícia Militar do Rio de Janeiro
Em nota oficial, a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro afirmou que acompanha o caso e adotará todas as medidas administrativas necessárias para apurar os fatos. A corporação destacou seu compromisso com a transparência, a legalidade e a condução correta das ações, colaborando integralmente com os procedimentos investigativos.
O caso reforça a necessidade de rigor no acompanhamento de servidores públicos envolvidos em situações que envolvem ilícitos, especialmente em espaços públicos de grande circulação, como o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte.
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